6ª-feira da 8ª Semana Tempo Comum

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1ª Leitura – 1Pd 4,7-13

Sede bons administradores da multiforme graça de Deus.
Leitura da Primeira Carta de São Pedro 4,7-13 Caríssimos:
7 O fim de todas as coisas está próximo.
Vivei com inteligência e vigiai, dados à oração.
8 Sobretudo, cultivai o amor mútuo, com todo o ardor,
porque o amor cobre uma multidão de pecados.
9 Sede hospitaleiros uns com os outros, sem reclamações.
10 Como bons administradores da multiforme graça de Deus,
cada um coloque à disposição dos outros o dom que recebeu.
11 Se alguém tem o dom de falar,
proceda como com palavras de Deus.
Se alguém tem o dom do serviço,
exerça-o como capacidade proporcionada por Deus,
a fim de que, em todas as coisas,
Deus seja glorificado, em virtude de Jesus Cristo,
a quem pertencem a glória e o poder,
pelos séculos dos séculos. Amém.
12 Caríssimos, não estranheis o fogo da provação
que alastra entre vós,
como se alguma coisa de estranho vos estivesse acontecendo.
13 Alegrai-vos por participar dos sofrimentos de Cristo,
para que possais também exultar de alegria
na revelação da sua glória.
Palavra do Senhor.

Salmo – Sl 95 (96),10. 11-12. 13 (R. 13b)

R. O Senhor vem julgar nossa terra.
10 Publicai entre as nações: ‘Reina o Senhor!’ +
Ele firmou o universo inabalável, *
e os povos ele julga com justiça. R.11 O céu se rejubile e exulte a terra, *
aplauda o mar com o que vive em suas águas;
12 os campos com seus frutos rejubilem *
e exultem as florestas e as matas R.

13 na presença do Senhor, pois ele vem, *
porque vem para julgar a terra inteira.
Governará o mundo todo com justiça, *
e os povos julgará com lealdade. R.

liturgia-27-5Evangelho – Mc 11,11-26

Minha casa será chamada casa de oração
para todos os povos. Tende fé em Deus. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 11,11-26 Tendo sido aclamado pela multidão,
11 Jesus entrou, no Templo, em Jerusalém, e observou tudo.
Mas, como já era tarde, saiu para Betânia com os doze.
12 No dia seguinte, quando saíam de Betânia, Jesus teve fome.
13 De longe, ele viu uma figueira coberta de folhas
e foi até lá ver se encontrava algum fruto.
Quando chegou perto, encontrou somente folhas,
pois não era tempo de figos.
14 Então Jesus disse à figueira:
‘Que ninguém mais coma de teus frutos.’
E os discípulos escutaram o que ele disse.
15 Chegaram a Jerusalém.
Jesus entrou no Templo e começou a expulsar
os que vendiam e os que compravam no Templo.
Derrubou as mesas dos cambistas
e as cadeiras dos vendedores de pombas.
16 Ele não deixava ninguém carregar nada através do Templo.
17 E ensinava o povo, dizendo:
‘Não está escrito: ‘Minha casa será chamada casa de oração
para todos os povos’?
No entanto, vós fizestes dela uma toca de ladrões.’
18 Os sumos sacerdotes e os mestres da Lei ouviram isso
e começaram a procurar uma maneira de o matar.
Mas tinham medo de Jesus,
porque a multidão estava maravilhada com o ensinamento dele.
19 Ao entardecer, Jesus e os discípulos saíram da cidade.
20 Na manhã seguinte, quando passavam,
Jesus e os discípulos viram
que a figueira tinha secado até a raiz.
21 Pedro lembrou-se e disse a Jesus:
‘Olha, Mestre: a figueira que amaldiçoaste secou.’
22 Jesus lhes disse: ‘Tende fé em Deus.
23 Em verdade vos digo, se alguém disser a esta montanha:
‘Levanta-te e atira-te no mar’,
e não duvidar no seu coração,
mas acreditar que isso vai acontecer,
assim acontecerá.
24 Por isso vos digo, tudo o que pedirdes na oração,
acreditai que já o recebestes, e assim será.
25 Quando estiverdes rezando,
perdoai tudo o que tiverdes contra alguém,
para que vosso Pai que está nos céus
também perdoe os vossos pecados.’
Palavra da Salvação.

Reflexão – Mc 11, 11-26

O Evangelho de hoje nos leva a questionar se a Igreja é para nós o local privilegiado para o encontro com Deus e o crescimento da fé ou é o local de práticas que têm por finalidade a nossa promoção pessoal, o lucro, a competição e a concorrência entre as pessoas, o desenvolvimento de sentimentos como ciúmes, rancor, raiva, ira, inveja, etc. A Igreja deve ser o local onde se cria comunhão entre nós e o próprio Deus e entre nós mesmos, como irmãos e irmãs. Tudo o que diverge disso não corresponde ao plano de Deus e faz com que a nossa presença na Igreja seja ocasião de pecado.

Fonte: CNBB

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