Psicóloga Rejani Perasolo – Relação Entre Mãe e Filho

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Olá hoje vamos conversar?
whatsapp-image-2016-10-27-at-19-56-56Há 1 mês recebi o convite de me comprometer em estar aqui com vocês conversando sobre assuntos que fazem refletir sobre nós mesmos e nossa relação com o outro e com o mundo. Então inicio de uma forma bem carinhosa falando sobre a relação mãe e filho. Iniciaremos nossas conversas mensais acompanhando o crescimento desse ser, que somos nós, frente a sua participação inicial no mundo.
A relação mãe e bebê é uma das relações mais importantes que desenvolvemos ao longo da vida; É a nossa relação estrutural que vai caracterizar nossa chegada e adaptação ao mundo. Desde a gestação o vínculo é criado, a princípio, pela troca de energia e alimento que o corpo da mãe e do bebê se ligam para sobreviver. O aspecto orgânico, a alimentação, os abusos de drogas/álcool; medicação excessiva; alimentação inadequada interferirão tanto no desenvolvimento como na relação que vai sendo estabelecida. Estando juntos no mesmo corpo ambos dividem emoções como alegrias e tristezas; cansaços; movimentos e a voz da mãe já se faz presente na perspectiva do feto. Ele a reconhece. A reconhece como a pessoa que o alimenta e a sente com todos os bombardeios de sentimentos. Quanto mais acolhedor e carinhoso essa gestação, aumenta a sensação de bem estar.
Ao nascer este bebê a sente e a deseja perto como se fosse ele mesmo, ainda não consegue distinguir que são diferentes.
A amamentação e o momento de um novo reencontro, um.momento de trocas onde o bebê se sente saciado e principalmente acariciado por essa mãe que o carregou durante 9 meses. A importância desse momento é de fundamental importância para a relação que se estabelece com o mundo. Portanto apesar de toda jornada de vida, compromissos, responsabilidades, etc, este ser também nos decreta uma responsabilidade eterna em sua jornada de vida.
Nos primeiros anos de vida, o bebê/criança é um ser em desenvolvimento em potencial; uma esponja que observa, que imita, que pergunta, que desenvolve, que experimenta, que mexe, que pega, que está constantemente tentando assimilar tudo que o mundo te mostra, e nesse momento o adulto toma também, um papel primordial: Papel de mediador. Ser mediador e ser aquele que fará a ponte das coisas para este ser, e quanto mais essa ponte for respeitosa, adequada ao seu desenvolvimento, motivadora, estimuladora, afetuosa e participativa, mais seu crescimento e desenvolvimento será garantido de forma satisfatória e feliz.
Assim vamos continuar no próximo mês acompanhar o crescimento deste bebê, conhecendo de forma simples como se dá a nossa formação.
Agradeço a todos pelo carinho!
Até mais
Rejani Perasolo
Psicóloga

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